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A ESCOLA QUE QUEREMOS TER

Ante os múltiplos desafios que nos são impostos quotidianamente por um mundo em rápida transformação, evidencia-se o fato de que a educação é a resposta para a promoção do desenvolvimento harmonioso das pessoas na busca dos seus ideais. Pensa-se aqui, principalmente, nos adolescentes, ou seja, naqueles que num futuro próximo estarão em condições de fazer valer os Direitos do Homem e de transformar os benefícios do conhecimento e do desenvolvimento tecnológico em instrumentos de promoção social, uma vez que exigências de compreensão mútua, de ajuda pacífica e de harmonia são os valores de que a humanidade mais carece na atualidade.

Nesse contexto, a escola que queremos ter pretende fazer com que nossos jovens façam frutificar seus talentos e potencialidades criativas, o que implica, por parte de cada um, a capacidade de se responsabilizar pela realização do seu projeto pessoal, bem como desenvolver o conhecimento acerca dos outros, da sua história e tradições, como forma de aprender a “viver junto”.  A realização dessa tarefa será a nossa contribuição para a construção de um mundo mais habitável, do ponto de vista ecológico e mais justo, do ponto de vista social.

Tudo isso nos leva a atribuir um novo valor à dimensão ética e cultural da educação, a dar a cada um os meios para compreender o outro, na sua especificidade e a compreender o mundo em sua marcha acelerada para o futuro.

Assim posto, a escola que queremos ter pretende levar cada um de seus alunos a tomar consciência de si próprio e do meio ambiente em que vive e, no futuro próximo, a desempenhar o seu papel social enquanto profissional e cidadão.

Se é verdade que cada um deve utilizar todas as suas possibilidades de aprender e de aperfeiçoar, também é verdade que para estar apto a fazê-lo, todo indivíduo deve estar na posse de uma educação básica de qualidade. Para tanto, a escola deve transmitir o gosto e o prazer de aprender, a capacidade de aprender a aprender e a curiosidade intelectual. Deve também tornar o indivíduo cada vez mais consciente de suas raízes, a fim de que ele possa dispor de referências que lhe permitam situar-se no mundo, respeitando outras culturas como um patrimônio comum ao conjunto da humanidade sem, contudo, perder sua identidade.

É, pois, um novo humanismo na educação que pretendemos ajudar a desenvolver, com um componente ético essencial, com um grande espaço dedicado à valorização da diversidade cultural, da tolerância, da solidariedade, assim como o respeito às diferenças, sejam elas de que tipo for, para contrabalançar com uma globalização que valoriza apenas aspectos econômicos e tecnicistas.